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De acordo com os especialistas, a prevenção vai além do uso do preservativo nas relações sexuais. É preciso evitar comportamentos de risco. Os casos de DST’s têm aumentado, consideravelmente, nos últimos anos, no Brasil e no mundo, a população precisa se conscientizar e voltar a tomar cuidados, e as campanhas educativas deveriam acontecer o ano inteiro, não apenas no verão e no Carnaval.

Adotar um comportamento sexual responsável pode reduzir significamente o risco de infecção por Doenças Sexualmente Transmissíveis. Grave problema de saúde pública, as DST’s estão entre as principais causas da infertilidade, além de desencadearem outras complicações sérias como aborto, doenças neonatais e até mesmo o câncer do colo do útero devido à infecção pelo HPV, podendo levar à morte. Além de prevenir várias doenças, o sexo seguro evita a gravidez indesejada.

“Usar preservativo em todas as relações sexuais ainda é a principal forma de prevenção, mas não é a única. É preciso evitar contato sexual com pessoas desconhecidas e sob efeito de álcool e drogas, evitar ter vários parceiros, observar sinais de DST’s no parceiro (lesões, verrugas, secreções) e não ter relação sexual caso, qualquer dos parceiros, esteja com alguma infecção nos órgãos genitais. Esses são cuidados que minimizam o risco de ser infectado por uma DST”, adverte o ginecologista Vinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum. “Antes de iniciar um relacionamento é importante conversar com o parceiro e tomar todos os cuidados para uma relação sexualmente segura. O casal deve levar em conta o histórico sexual e possíveis doenças que cada um dos parceiros possa ter”, acrescenta o médico Jean Pierre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Assistida e diretor do Instituto Verhum. Os dois especialistas compartilham da mesma opinião: “As pessoas voltaram se descuidar nos últimos anos, a população precisa ser conscientizada e as campanhas educativas devem acontecer o ano inteiro e não apenas no verão”.

A transmissão das DST’s pode acontecer pelo contato sexual oral, vaginal ou anal e o contágio pode ocorrer mesmo que o ato sexual não seja consumado. Transmitidas, principalmente, por contato sexual sem proteção com uma pessoa que esteja infectada, as DST’s são causadas por vários agentes etiológicos (infecciosos) como vírus, fungos, protozoários e bactérias. A transmissão também pode acontecer de mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto, através do compartilhamento de agulhas e seringas e nas transfusões de sangue. A gonorreia, a clamídia, o HPV, a tricomoníase, a sífilis, cancro mole, herpes genital, hepatite B e a Aids são as DST’s mais conhecidas. O Papilomavírus Humano (HPV) é considerado uma das doenças sexualmente transmissíveis de maior incidência no mundo. O câncer do colo do útero, conhecido como cervical, é causado pela infecção persistente de alguns tipos de HPV.

Pelo menos 25% dos casos de infertilidade são atribuídos às Doenças Sexualmente Transmissíveis. “A fertilidade de ambos os sexos pode ser comprometida por essas doenças. Essas infecções, quando não são tratadas logo e adequadamente, podem causar danos irreversíveis ao aparelho reprodutor”, afirma o médico Jean Pierre Barguil Brasileiro.

Nas mulheres, doenças como a gonorreia e a clamídia, por exemplo, causam inflamação das trompas, provocam a obstrução das mesmas, impedindo a gravidez pelo processo natural ou causando a gestação ectópica. Nos homens, essas patologias obstruem os condutos deferentes, os canais por onde passam os espermatozoides. Segundo os especialistas, evitar infecções é fundamental para preservar a fertilidade. .

Feridas (úlceras) dolorosas ou não, verrugas e bolhas nos órgãos genitais, corrimento, mau cheiro, dor pélvica, ardência ou coceira, sentidas principalmente no ato de urinar ou durante as relações sexuais podem ser sinais de DST. “Ao perceber qualquer um desses sintomas, é importante procurar imediatamente o médico e fazer com que o parceiro faça o mesmo. Se diagnosticada alguma doença sexual, o tratamento deve ser feito pelo casal. Se só um dos parceiros tratar, o problema persistirá e poderá evoluir causando complicações graves,” esclarece o médico Vinicius Medina Lopes. Os exames preventivos anuais também são indispensáveis, uma vez que essas doenças podem evoluir de forma assintomática.

Sobre o Instituto Verhum

Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica, psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.

Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum tem unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.