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Dr Vinicius, Dr Jean e Dra Natalia no congresso ESHERE

Autor: INSTITUTO VERHUM

Dr Vinicius, Dr Jean e Dra Natalia participaram do congresso ESHERE em Genebra, na Suíça de 2 a 5/7/17.

Congresso ESHERE em Genebra, na Suíça

Congresso ESHERE em Genebra, na Suíça

 

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Junho: Mês Mundial de Conscientização da Infertilidade

Autor: INSTITUTO VERHUM

A infertilidade é caracterizada pela ausência de gravidez em um casal com vida sexual ativa e que não usa medidas anticonceptivas por um período de um ou mais anos.

Segundo dados do IBGE, as mulheres brasileiras estão tendo filhos cada vez mais tarde. A opção por adiar a maternidade, seja para investir na sua formação acadêmica e na carreira profissional ou até mesmo porque ainda não encontrou o parceiro ideal, é uma realidade atual e faz com que muitas mulheres tenham que buscar ajuda médica especializada no momento em que resolvem ter filhos, já que a fertilidade feminina entra em declínio com a idade. “A mulher que pretende adiar sua maternidade deve dobrar a atenção para os cuidados com a sua saúde e sua condição de fertilidade”, explica o ginecologista Vinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.

“A mulher moderna conquistou seu lugar no mercado de trabalho e, muitas vezes, assume o papel de chefe de família e adia a maternidade para uma fase da vida quando sua fertilidade já está em declínio”, ressalta Jean Pierre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Humana e também diretor do Instituo Verhum.

Além da idade, outros fatores podem desencadear a infertilidade na mulher. As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), os distúrbios hormonais, obstrução nas trompas, problemas de malformação ou tumores no útero, endometriose e ovários policísticos são algumas das principais causas de infertilidade feminina.

Infertilidade masculina

Ao contrário da mulher, que tem sua capacidade reprodutiva reduzida consideravelmente a partir dos 35 anos, a idade do homem não afeta tanto sua capacidade de ter filhos e ele consegue ser pai mesmo em idade mais avançada, mas vários outros fatores podem comprometer a fertilidade masculina. O homem divide igualmente com a mulher a responsabilidade pela gravidez que não vem. As mulheres são responsáveis por 40% dos casos de infertilidade, os homens têm responsabilidade em 40% também e os 20% restantes resultam de causas desconhecidas ou de causas associadas aos dois sexos.

A varicocele (varizes na bolsa escrotal) é uma das causas mais comuns da infertilidade masculina e consiste na dilatação anormal das veias que drenam o sangue na região dos testículos. A baixa produção de espermatozoides pelo testículo, causada por alterações hormonais, a mobilidade dos espermatozoides e a qualidade do sêmen são alguns dos fatores que influenciam na fertilidade masculina. Há também causas genéticas em pacientes que não têm espermatozoides (azoospermia) ou que apresentam uma concentração inferior a cinco milhões de espermatozoides por mililitro de sêmen (oligozoospermia severa).

Gravidez cada vez mais tarde

De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de mulheres que se tornam mães na faixa entre 30 e 39 anos aumentou de 22,5%, em 2005, para 30,8%, em 2015. Já o grupo de mães mais jovens apresentou uma redução. No mesmo período, o número de mães mais jovens – entre os 20 e 24 anos de idade – caiu de 30,9% para 25,1%.
Como aumentar as chances de uma gravidez natural

“Ter uma vida sexual saudável com uma frequência de três relações por semana, evitar o uso de certos lubrificantes vaginais (algumas substâncias podem prejudicar a motilidade dos espermatozoides), saber o período fértil, controlar o estresse e a ansiedade, evitar bebidas alcoólicas em excesso e não fumar são algumas das recomendações para otimizar a fertilidade e aumentar as chances de uma gravidez natural,” declara o médico Vinicius Medina Lopes.

O especialista também chama a atenção para o excesso de peso: “A obesidade pode causar alterações hormonais que prejudicam a ovulação e a produção de espermatozoides, além disso pode ser um fator de risco para o abortamento e para o parto pré-maturo e outras complicações durante uma gravidez”. Na mulher, a magreza excessiva também pode comprometer a fertilidade, pois afeta a produção de estrogênio. “Manter-se no peso adequado é o ideal para a saúde reprodutiva”, lembra.

Praticar o sexo seguro também é fundamental na prevenção de infertilidade. “As Doenças Sexualmente Transmissíveis podem comprometer o aparelho reprodutor e afetar a fertilidade do homem e da mulher”, esclarece Jean Pierre Barguil Brasileiro.

 

Fonte: Portal NBN Brasil

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Projeto Ser Mãe ao Alcance de Toda Mulher oferece atendimento gratuito a mulheres de baixa renda

Autor: INSTITUTO VERHUM

O Instituto Verhum, em Brasília, criou o projeto “Ser Mãe ao Alcance de Toda Mulher”, que oferece consultas, aconselhamento e exames simples gratuitamente. O ginecologista Vinícius Medina Lopes, especialista em reprodução humana e diretor do Instituto Verhum, explicou à jornalista Adriana Carla Aragão como funcionam os atendimentos.

 

Fonte: Rádio Senado

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CBN SAÚDE: Clínica faz atendimento gratuito para casais inférteis de baixa renda

Autor: INSTITUTO VERHUM

 

Fonte: CBN

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Projeto Ser Mãe vai atender gratuitamente 80 casais inférteis no mês de maio

Autor: INSTITUTO VERHUM

A infertilidade acomete cerca de 15¨% dos casais brasileiros. Em homenagem ao Dia das Mães, o Projeto Ser Mãe ao Alcance de Toda Mulher vai realizar o atendimento gratuito de 80 casais inférteis no mês de maio. As consultas serão realizadas nos sábados, dias 13, 20 e 27 de maio, das 8 às 12 horas. O projeto, mantido pelo Instituto Verhum, tem como objetivo oferecer consulta gratuita para casais inférteis de baixa renda e aconselhamento médico para que eles aumentem suas chances de uma gravidez natural. Os casais interessados em participar podem obter mais informações e agendar o atendimento através do telefone (61) 3365-4545.

Cerca de 60% dos casos de infertilidade são revertidos com tratamentos simples sem precisar recorrer a uma técnica mais complexa de reprodução assistida, como a fertilização in vitro ou a inseminação artificial, para ter um filho. A proposta do projeto “Ser Mãe ao Alcance de Toda Mulher” é ajudar casais que podem aumentar as chances de uma gravidez com um aconselhamento reprodutivo ou tratamentos mais simples. “Muitas mulheres podem ser tratadas com recursos simples, como medicamentos que corrigem um distúrbio de ovulação, por exemplo”, esclarece o ginecologistaVinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum. “Uma simples informação pode solucionar alguns casos de infertilidade conjugal e trazer a gravidez tão esperada”, acrescenta o ginecologistaJean Pierre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.

O atendimento será feito na sede do Instituto, no Edifício Medical Plaza, QL 3, Lago Sul, mediante inscrição prévia por telefone e dentro do limite das vagas. As pacientes inscritas no projeto devem levar seus exames mais atuais e comparer acompanhadas de seus parceiros no dia marcado para o atendimento. A investigação da infertilidade deve ser feita sempre com o casal.

A infertilidade conjugal é caracterizada pela ausência de gravidez em um casal com vida sexual ativa e que não usa medidas anticonceptivas por um período de um ou mais anos. Várias são as causas que podem levar à infertilidade na mulher, dentre elas as doenças sexualmente transmissíveis (DST’s), os distúrbios hormonais, obstrução nas trompas, problemas de malformação ou tumores no útero, endometriose e ovários policísticos. No homem, a varicocele (varizes na bolsa escrotal) é uma das causas mais comuns da infertilidade e consiste na dilatação anormal das veias que drenam o sangue na região dos testículos. A baixa produção de espermatozoides pelo testículo, causada por alterações hormonais, a mobilidade dos espermatozoides e a qualidade do sêmen são alguns dos fatores que influenciam na fertilidade masculina. Há também causas genéticas em pacientes que não têm espermatozoides (azoospermia) ou que apresentam uma concentração inferior a cinco milhões de espermatozoides por mililitro de sêmen (oligozoospermia severa). As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), o uso de cigarro e o consumo de álcool também podem comprometer a fertilidade.

Projeto Ser Mãe

Idealizado em 2006 pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes, diretores do Instituto Verhum, o projeto de responsabilidade social já realizou mais de  mil  consultas gratuitas para casais com infertilidade, além de centenas de exames como o espermograma e ecografia. A proposta do projeto “Ser Mãe ao Alcance de Toda Mulher” é ajudar casais que não têm acesso ao tratamento na rede pública e que podem ter o tão sonhado filho com uma simples orientação médica.

Sobre o Instituto Verhum

Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiroe Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica,  psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.

Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum  tem unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.

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Brasília Vai Sediar Simpósio De Reprodução Humana – 6 De Maio

Autor: INSTITUTO VERHUM

Simpósio vai discutir temas importantes da reprodução humana – temas como aborto espontâneo recorrente, endometriose e infertilidade e congelamento de óvulos vão ser abordados durante o evento.

Congelamento de óvulos por razões sociais, endometriose e infertilidade,  aborto espontâneo recorrente, avaliação da reserva ovariana, Síndrome do Ovário Polícistico e infertilidade, o que é importante na avaliação do casal infértil, o uso de anticoncepcionais e o risco de trombose e o uso de androgênios (hormônios sexuais masculinos) no período fértil da mulher e na menopausa. Esses são alguns dos temas que vão ser discutidos no 9º Simpósio de Reprodução Humana de Brasília, no próximo dia 6 de maio, das 8 às 13h, no auditório da AMB (Associação Médica de Brasília).

O evento, promovido pela  Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal (SGOB) e pela Sociedade Brasileira de Reprodução Humana – DF  (SBRH-DF), deve reunir cerca de duzentos especialistas da área, além de estudantes de medicina e médicos residentes. Informações e inscrições: (61)  3245-3681 / (61) 99622-2865.

Congelamento de óvulos

Atualmente, muitas mulheres têm seu primeiro filho após os trinta anos. A mulher moderna adia a maternidade por vários motivos, seja para investir na formação e na carreira profissional, ou porque ainda não encontrou o parceiro ideal ou ainda porque pretende buscar estabilidade financeira antes de ter um filho. O grande problema é que quando muitas mulheres resolvem ter filhos a fertilidade delas já entrou em declínio.  “O pico de fertilidade da mulher é entre os 20 e 25 anos de idade. Após os 30 anos e, principalmente, depois dos 35, a fertilidade feminina entra em declínio progressivo”, explica o ginecologista Jean Pierre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Humana, presidente da SGOB e um dos coordenadores do Simpósio. “A idade da mulher é um dos fatores naturais que afetam a sua capacidade reprodutora”, confirma o ginecologista Vinicius Medina Lopes, também especialista em Reprodução Humana, diretor da SBRH-DF e coordenador do Simpósio.

O congelamento de óvulos, através da técnica segura e eficaz de vitrificação, possibilita que as mulheres adiem a gestação e ainda que engravidem utilizando os próprios gametas até mesmo depois da menopausa. Além da indicação social para congelar os óvulos, existem as indicações médicas. “Mulheres que são submetidas à quimio ou radioterapia para tratamento de determinados tipos de câncer podem ter perda da capacidade reprodutiva por diminuição importante da quantidade de óvulos”, esclarece Vinicius Medina Lopes.

Para preservar a fertilidade feminina, a técnica de vitrificação é uma das que apresenta os melhores resultados. O método de criopreservação permite o ultrarresfriamento dos óvulos em baixíssima temperatura (-196ºC) e de forma muito rápida, garantindo a sua qualidade no ato do descongelamento ou desvitrificação para fertilização em seguida. Considerado um método mais avançado de criopreservação, a vitrificação proporciona taxas de gestação altas, uma vez que o procedimento preserva as características, a idade e a qualidade dos gametas femininos. Durante o processo de congelamento, os óvulos são desidratados e tratados com substâncias crioprotetoras antes de serem congelados.

 Avaliação do casal infértil

Cerca de 15 % da população brasileira em idade fértil é afetada pela infertilidade conjugal, caracterizada pela ausência de gravidez em um casal com vida sexual ativa e que não usa medidas anticonceptivas por um período de um ou mais anos. Sabe-se, atualmente, que cerca de 40% dos casos de infertilidade de um casal são atribuídos à mulher, 40 % aos homens e em 20% dos casos o problema é resultado de uma combinação de fatores  em ambos os parceiros. “Quando a gravidez não acontece, o homem também deve ter acompanhamento médico e participar junto com a sua parceira da investigação para diagnóstico e tratamento da infertilidade”, afirma o médico Vinicius Medina Lopes.

Várias são as causas mais comuns que podem levar à infertilidade nas mulheres, dentre elas as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), os distúrbios hormonais, obstrução nas trompas, problemas de malformação ou tumores no útero, endometriose, miomas e ovários policísticos.

Nos homens, um dos principais fatores de infertilidade é a varicocele, que consiste na dilatação anormal das veias que drenam o sangue na região dos testículos. Há também causas genéticas, homens que não têm espermatozoides (azoospermia) ou que apresentam uma concentração inferior a quinze milhões de espermatozoides por mililitro de sêmen (oligozoospermia severa). As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), o uso de cigarro e o consumo de álcool e anabolizantes também podem comprometer a fertilidade.

É importante saber que uma mulher com menos de 30 anos pode esperar até dois anos para que aconteça a gravidez. Caso a mulher tenha mais de 30 anos não deve aguardar mais que um ano para iniciar uma investigação com o especialista. Se atingiu 35 anos, o prazo de espera não deve ultrapassar seis meses. Após os 40 anos se a mulher deseja engravidar deve, de imediato, iniciar a investigação da sua capacidade fértil.

Outros fatores também podem influenciar a saúde reprodutiva como o estresse, tabagismo, obesidade, poluição, consumo de álcool e de drogas, uso de alguns medicamentos, problemas da tireoide e a própria ansiedade.

 Endometriose e infertlidade

Cerca de 6 milhões de mulheres brasileiras em idade fértil são acometidas pela endometriose. Uma grande parte dessas mulheres só descobre a doença quando não consegue engravidar. A endometriose pode causar infertilidade, principalmente, em seu estágio mais avançado, quando a doença atinge as trompas, órgão que conduz o óvulo ao útero. A doença também é associada a alterações hormonais e imunológicas, que podem dificultar a gravidez. A depender do quadro, o tratamento pode ser com o uso de medicamentos hormonais ou através de procedimento cirúrgico,  como videolaparoscopia (técnica de cirurgia minimamente invasiva). A infertilidade decorrente da endometriose pode ser tratada também com a inseminação artificial, técnica de reprodução assistida que consiste na estimulação ovariana e posterior colocação do sêmen dentro da cavidade uterina através de um cateter flexível. Em casos mais avançados, quando a endometriose já atingiu vários órgãos, geralmente, a paciente precisa de uma técnica mais complexa para engravidar, como a Fertilização in Vitro (FIV).

A endometriose consiste na presença de endométrio (tecido que reveste o útero internamente e que é renovado mensalmente pela menstruação) em locais indevidos, ou seja, fora da cavidade uterina. Quando não ocorre a fecundação, o endométrio se fragmenta e é eliminado junto com o sangue menstrual, podendo migrar através da corrente sanguínea para órgãos como o ovário, intestino, apêndice, bexiga e vagina. Cólica menstrual aguda, dores pélvicas entre as menstruações, dor durante a relação sexual e infertilidade estão entre os principais sintomas da doença. As dores decorrentes da endometriose comprometem bastante a qualidade de vida da mulher.

Apesar da doença ser um dos principais fatores associados à infertilidade feminina, nem todas as mulheres que têm endometriose são inférteis. “Quando a mulher engravida na fase inicial da doença, a progesterona, hormônio produzido em grande quantidade na placenta, age como protetor, aliviando os sintomas da endometriose. A gravidez acaba funcionando como tratamento para a doença”, explica o médico Jean Pierre Barguil Brasileiro.

A endometriose é considerada uma doença da mulher moderna, que retarda a maternidade, tem menos filhos e, consequentemente, tem mais ciclos menstruais. Atualmente, a mulher menstrua em média 400 vezes ao longo da vida, quando no inicio do século passado, menstruava cerca de 40 vezes. Além disso, a menarca (primeira menstruação) hoje acontece bem mais cedo graças ao estilo de vida, o estímulo sexual e a alimentação (uso de hormônios em alimentos). Hoje é normal a menina começar a menstruar por volta dos 11 a 12 anos de idade, antes a menarca acontecia entre os 14 e 15 anos.

A melhor forma de evitar a doença é a prevenção através de consulta ao ginecologista e exames de rotina anuais. Uma alimentação saudável e a pratica regular de atividade física também é recomendada para manutenção de uma vida reprodutiva saudável.

Aborto espontâneo recorrente

Ter uma gravidez tranquila, saudável e sem contratempos é o desejo dos casais que esperam um bebê, mas alguns deles são obrigados a enfrentar um problema muito mais comum do que se imagina: o abortamento espontâneo recorrente. De acordo com a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, entre 15% e 25% das mulheres em idade fértil vão ter pelo menos uma perda gestacional e 5% delas terão duas. Cinquenta por cento das perdas não têm causas definidas. O aborto espontâneo é caracterizado por uma gravidez interrompida por causas naturais antes de completar vinte semanas de gestação. O especialista Vinicius Medina Lopes explica que o abortamento espontâneo recorrente, também conhecido como abortamento habitual ou de repetição, acontece quando há duas ou mais perdas gestacionais espontâneas e consecutivas antes da vigésima semana de gravidez. Além de grande sofrimento, o aborto recorrente causa constrangimento e impacto emocional para as mães, seus parceiros e familiares e, muitas vezes, efeitos devastadores na vida do casal.

Febre, sangramento vaginal, dor abdominal intensa e calafrios são alguns dos sintomas que podem sinalizar a perda do bebê. Quando uma grávida sente qualquer um desses sintomas, deve consultar imediatamente seu médico.

No Brasil, estima-se que por ano um milhão de casais percam seus bebês por conta de abortamentos espontâneos.  “Alterações imunológicas, malformações uterinas e outros problemas anatômicos, distúrbios hormonais, fatores genéticos (anomalias cromossômicas no casal), infecções, obesidade, doenças crônicas da mãe, como diabetes não controlada e hipertensão, e o uso de drogas podem ser responsáveis pelo abortamento recorrente. Em boa parte dos casos, as perdas gestacionais sucessivas são multifatoriais, mas em 50% dos casais não é possível definir as causas”, esclarece o médico. Além desses fatores, a trombofilia adquirida e hereditária também é uma causa de abortamentos e outras complicações na gravidez, como a hipertensão gestacional e o parto prematuro.

Além dos danos emocionais, os abortamentos de repetição repercutem também na vida financeira de muitos casais. Eles passam a viver na expectativa de ter um diagnóstico que identifique o que causa as perdas gestacionais, possibilite o tratamento e garanta uma futura gravidez saudável, que evolua normalmente até o parto, o que, muitas vezes, leva tempo, gera muita ansiedade e conflitos e exige investimento. O número de abortamentos prévios e a idade da mulher aumentam o risco de novas perdas. As mulheres com mais de 35 anos de idade já têm fator de risco aumentado. “A possibilidade de perda gestacional aumenta progressivamente em mulheres que já tiveram outras gestações interrompidas por causas naturais”, diz o médico.

O tratamento com progesterona, o suporte emocional e a adoção de hábitos de vida saudáveis (manter-se no peso adequado, não fumar, não consumir álcool e drogas ilícitas) são algumas das recomendações dos especialistas.

O tipo de tratamento indicado dependerá das possíveis causas do problema. Segundo dados da FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), quando o diagnóstico e tratamento são realizados de forma adequada, 84% dos casais conseguem se tornar pais após duas perdas consecutivas.

 

Fonte: Carol Campos, Brasília é Aqui

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Fertilidade para mulheres com mais de 26 anos

Autor: Instituto Verhum

Instituto lança check up de fertilidade para mulheres com mais de 26 anos de idade

Redação JDF

Assim como a antincocepção é fundamental para quem deseja evitar filhos,
o planejamento de quem deseja ser mãe no futuro deve incluir a prevenção de problemas de fertilidade para garantir uma gravidez com segurança.

Cada dia mais as mulheres adiam a maternidade para investir na sua formação e carreira profissional ou mesmo porque ainda não encontrou o parceiro ideal para constituir uma família ou ainda busca estabilidade financeira. O grande problema é que quando muitas mulheres resolvem ter filhos a fertilidade delas já entrou em declínio. “O pico de fertilidade da mulher é entre os 20 e 25 anos de idade. Após os 30 anos e, principalmente, depois dos 35, a fertilidade feminina entra em declínio progressivo”, explica o ginecologista Jean Pierre Barguil Brasileiro, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum. “A idade da mulher é um dos fatores naturais que afetam a sua capacidade reprodutora”, confirma o médico Vinicius Medina Lopes, também especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.
Para atender mulheres a partir dos 26 anos de idade, que querem ser mães no futuro, o Instituto Verhum criou um Check Up de Fertilidade Feminina. Além de consulta com o especialista em Reprodução Humana, a mulher passa por alguns exames de imagem e de sangue para investigar possíveis fatores de risco para infertilidade.A ideia é avaliar se o sistem reprodutor da mulher está preparado para uma gravidez e se sua reserva ovariana está dentro dos limites normais de acordo com a sua idade, assim como investigar fatores hormonais e possíveis infecções que podem desencadear infertilidade. O exame de dosagem sérica do hormônio Anti-Mulleriano (HAM), por exemplo, identifica se a quantidade de óvulos produzido nos ovários é compatível com a sua idade. É uma forma de fazer uma estimativa da capacidade reprodutiva da mulher a médio e longo prazos. “Esse planejamento pode fazer toda a diferença para uma gravidez futura com segurança”, afirma Jean Pierre Barguil Brasileiro.

Infelizmente, só quando decidem engravidar é que muitas mulheres passam a se interessar com sua própria condição de fertilidade. O planejamento da gravidez para aquelas que sonham em ser mãe um dia é tão importante quanto aanticoncepção para quem ainda não deseja ter filhos. “É uma forma de prevenir fatores que podem levar à infertilidade ou identificar precocemente uma possível condição de infertilidade e tratá-la o quanto antes. Se a mulher jovem já tiver infertilidade por alguma causa específica – hormonal ou infecciosa, por exemplo – no futuro, com mais idade, o tratamento desse problema será mais díficil e, provavelmente, exigirá o uso de técnicas mais complexas de reprodução assistida”, esclarece Vinicius Medina Lopes. Em alguns casos, o congelamento de óvulos pode ser uma alternativa para preservar a fertilidade da mulher, possibilitando a gravidez numa idade mais avançada.
Sobre o Instituto Verhum
Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica, psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.
Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum tem unidades de atendimento também na Asa Norte e Asa Sul e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.

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Cálculo de Idade Gestacional

Autor: Instituto Verhum

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A paternidade tem animado até homens com filhos já bem criados

Autor: TV Brasil

Fonte: Repórter Brasil

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Instituto oferece consultas e exames gratuitos a homens com dificuldade para ter filhos

Autor: Brasília Agora

DIA DOS PAIS

Publicado em 05/08/2016 às 17:30

Quando o filho desejado não vem, algumas datas comemorativas, como o Dia dos Pais, podem ser motivo de angústia e frustração para o casal. Em agosto, mês dos pais, o Instituto Verhum vai oferecer consulta gratuita com especialista em Reprodução Humana e espermograma para homens com dificuldade para ter filhos e com indicação médica para o exame. O espermograma avalia a capacidade reprodutiva do homem através da análise laboratorial do sêmen e é indispensável na investigação da infertilidade masculina. O atendimento vai acontecer nos sábados, dia 13, 20 e 27 de agosto, das 8H às 12h,  mediante agendamento prévio. O Instituto vai atender cinquenta casais.  A iniciativa tem como objetivo oferecer orientação a casais inférteis de baixa renda e aconselhamento médico para que eles aumentem suas chances de uma gravidez natural. Os casais interessados em participar podem agendar o atendimento através do telefone (61) 3365-4545. O atendimento será feito na sede do Instituto, no Edifício Medical Plaza, QL 3, Lago Sul, dentro do limite das vagas. Os pacientes inscritos devem levar seus exames mais atuais no dia da consulta agendada.

Os homens devem comparecer ao atendimento acompanhados das suas parceiras. “Na busca da causa da infertilidade, quando a gravidez não acontece naturalmente, não basta examinar só um dos parceiros, o homem deve ter acompanhamento médico e participar junto com a sua parceira da investigação para diagnóstico das causas da infertilidade”, afirma o médico Jean PierreBarguil Brasileiro, especialista em Reprodução Humana e diretor do Instituto Verhum.

“Identificar o período fértil da mulher e ter relações sexuais com frequência regular de duas a três vezes por semana são algumas medidas simples para aumentar a fertilidade natural do casal”, explica o médico, Vinicius Medina Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor doInstituto Verhum.  “O uso de lubrificantes vaginais no ato sexual também pode reduzir a possibilidade do óvulo ser fecundado”, acrescenta. Segundo o especialista, nem todos os casais inférteis necessitam recorrer a uma técnica mais complexa de reprodução assistida. Muitos casos são resolvidos de forma simples.

“Não fumar, beber com moderação, ter uma alimentação saudável, manter o peso adequado, praticar atividade física, controlar o estresse e dormir bem são hábitos que ajudam a preservar a fertilidade masculina”, alerta Vinicius Medina Lopes.

Infertilidade Masculina

De acordo com a Academia Americana de Medicina Reprodutiva, a infertilidade conjugal é caracterizada como a situação em que um casal, após um ano de tentativa, tendo vida sexual ativa e sem usar medidas anticoncepcionais, não consegue obter uma gravidez.  Sabe-se, atualmente, que cerca de 40% dos casos de infertilidade de um casal são atribuídos à mulher, 40 % aos homens e em 20% dos casos o problema é resultado de uma combinação de fatores  em ambos os parceiros.

Embora uma das causas mais comuns da infertilidade nos homens seja a varicocele, doença que acomete os vasos testiculares, os hábitos de vida e os fatores ambientais são também grandes responsáveis pela saúde reprodutiva. O tabagismo é um vilão apontado pelos especialistas.

O uso regular de álcool e drogas é um dos fatores que pode comprometer a fertilidade do homem. Consumidas cada vez mais precocemente, essas substâncias podem gerar alterações hormonais que afetam a qualidade e a quantidade dos espermatozoides. “Muitas pessoas acreditam que há uma influência apenas nos casos de drogas pesadas, como a cocaína e ecstasy, o que é um erro. As drogas lícitas, como o álcool; e consideradas naturais, como a maconha, também podem afetar a capacidade reprodutiva do homem”, esclarece o andrologistaEduardo Pimentel, que integra a equipe médica do Instituto Verhum.

Os anabolizantes também podem afetar a fertilidade. Além de provocar a queda da testosterona com consequente diminuição da produção de sêmen, o uso frequente de anabolizantes por jovens que frequentam academias em busca de aumentar a massa muscular pode causar disfunção erétil e atrofia dos testículos.

As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) podem causar danos sérios no aparelho reprodutor e são causas frequentes de infertilidade. A exposição a fatores ambientais (poluição, agentes químicos, solventes, pesticidas e alguns metais pesados) também é prejudicial à fertilidade.

 

SOBRE O INSTITUTO VERHUM

Referência nacional na área de Reprodução Assistida, o Instituto é dirigido pelos médicos Jean Pierre Barguil Brasileiro e Vinicius Medina Lopes. Para garantir atendimento integral aos casais inférteis, o serviço conta com uma equipe médica altamente qualificada nas especialidades de reprodução assistida, andrologia, ginecologia geral e obstetrícia, genética, ginecologia oncológica,  psicologia, ultrassonografia e endoscopia ginecológica. Desde sua fundação, há 11 anos, o Instituto já tem registrado centenas de bebês nascidos através de procedimentos de reprodução assistida, como a inseminação e a fertilização in vitro.

Com sede localizada no Lago Sul, em Brasília, o Instituto Verhum tem unidades de atendimento também na Asa Norte, Asa Sul e em Taguatinga e aposta no atendimento humanizado através de um ambiente acolhedor e uma equipe multidisciplinar atenta a todos os detalhes, para transmitir confiança, segurança e discrição. O serviço investe no que existe de mais atual e seguro nos tratamentos de reprodução humana, com equipamentos de última geração, aliando os conceitos de modernidade e inovação.

 

Fonte: Brasília Agora

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