Adenomiose e endometriose: como elas podem impactar a fertilidade?

  • 07/06
  • BLOG VERHUM
  • Instituto Verhum

A endometriose e a adenomiose são doenças comuns, que acometem boa parte da população feminina em idade reprodutiva. Ambas as patologias afetam o tecido endometrial e podem gerar infertilidade, além de outros sintomas incômodos que prejudicam o bem-estar e a qualidade de vida da mulher.


Estatísticas do âmbito da medicina reprodutiva demonstram que a endometriose pode causar dificuldades para engravidar em até 50% dos casos, enquanto a adenomiose pode provocar infertilidade em até 20% das pacientes.


Embora existam semelhanças entre a endometriose e a adenomiose,  as duas doenças possuem características distintas e exigem um diagnóstico apurado para realização de um tratamento adequado.


Acompanhe as próximas informações e saiba mais sobre o assunto:


Quais são as diferenças entre adenomiose e endometriose?


A endometriose é caracterizada por uma inflamação crônica, na qual o tecido endometrial está presente em regiões e órgãos fora do útero como nos ovários, vagina, trompas, bexiga e intestino. Já a adenomiose é uma patologia em que o tecido endometrial invade o miométrio (camada muscular da parede uterina).


Desse modo, por serem duas condições diferentes, a endometriose e a adenomiose exigem tratamentos específicos, daí a importância de ter um acompanhamento médico especializado e um diagnóstico correto.


Quais são os sintomas da endometriose?


A endometriose afeta de 10 a 15% das mulheres brasileiras em idade reprodutiva. A doença ocorre com frequência em pacientes que ainda não tiveram filhos, podendo acometer, inclusive, adolescentes.


Em muitos casos, a  endometriose pode cursar de forma assintomática, ou seja, sem sintomas aparentes. Nessas circunstâncias, o diagnóstico pode demorar anos, o que agrava ainda mais o quadro. Quando os sintomas se manifestam,  eles podem incluir:


  • cólicas menstruais intensas e incapacitantes;

  • dores durante as relações sexuais (dispareunia);

  • dor e sangue nas fezes e urina durante a menstruação;

  • dificuldade para engravidar.

Quais são os sintomas da adenomiose?


A adenomiose costuma acometer com mais frequência as mulheres que já tiveram filhos e, também, aquelas que passaram por procedimentos de curetagem, miomectomia ou parto cesárea. De modo geral, a adenomiose tende a regredir naturalmente depois da menopausa, devido à falta de estrogênio no organismo.

Muitas pacientes não apresentam sintomas, entretanto, em alguns casos a doença pode apresentar sinais como:

 

  • sensação de inchaço abdominal ou na região pélvica;

  • cólicas fortes e incapacitantes durante o período menstrual;

  • desconfortos e dores durante a relação sexual;

  • aumento do fluxo e duração da menstruação;

  • prisão de ventre e dor ao evacuar.

Qual a relação entre as duas doenças?


Por serem semelhantes, a endometriose e adenomiose incitam debates entre os profissionais médicos e especialistas. Para alguns, as duas patologias são diferentes, mas para outros, a adenomiose é uma forma especial de endometriose.

Seja qual for a definição mais aceita pela comunidade médica, o importante é que ambas as doenças sejam diagnosticadas e tratadas corretamente, devolvendo à paciente o seu bem-estar e sua saúde reprodutiva.

Tratamentos para endometriose e adenomiose


Há duas condutas terapêuticas possíveis:  medicamentosa e cirúrgica.  A primeira opção visa aliviar os sintomas por meio de remédios anti-inflamatórios ou hormonais. Já a alternativa cirúrgica tem a finalidade de remover o tecido endometrial que se encontra fora do útero ou no miométrio.

A escolha do tratamento mais adequado dependerá da gravidade dos sintomas e das expectativas da paciente, considerando, sobretudo, o seu desejo de ter filhos no futuro.

Tratamentos de reprodução assistida


Mulheres que apresentam um quadro de infertilidade devido à endometriose ou adenomiose podem realizar um tratamento de reprodução assistida para aumentar suas chances de conceber um bebê.

A fertilização in vitro, por exemplo, é um dos métodos mais indicados para quem sofre com essas patologias. A técnica consiste em produzir um embrião em laboratório e transferi-lo ao útero da paciente de forma totalmente segura.

No Instituto Verhum, você pode contar com uma equipe especializada em reprodução assistida e tecnologias de última geração que permitem realizar os mais avançados tratamentos para fertilidade.

Desde sua fundação até hoje, o Instituto Verhum já registrou mais de 1000 bebês nascidos através de procedimentos como a inseminação artificial e a fertilização in vitro.

Para agendar sua consulta, entre em contato via WhatsApp (61) 9660-4545 ou ligue (61) 3365-4545.


VOLTAR