6 mitos sobre câncer de mama e gestação

  • 25/10
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O câncer de mama é o tipo de tumor mais comum na população feminina. Até o fim de 2022, mais de dois milhões de mulheres serão diagnosticadas com a doença em todo o mundo, conforme aponta um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS).


Pertinente à prevalência feminina, a gravidez tem um profundo impacto sobre os riscos associados ao desenvolvimento de tumores mamários. Neste artigo, vamos apresentar alguns mitos e verdades sobre a relação entre o câncer de mama e a gestação.  Acompanhe:



1-  Gravidez precoce eleva as chances de desenvolvimento de câncer de mama



Mito. Na verdade, é o contrário. A gravidez funciona como um fator de proteção contra os tumores mamários, principalmente quando a mulher engravida em idade mais jovem, entre 20 e 24 anos. 


Isso porque, durante a gestação, ocorre a interrupção do ciclo menstrual e isso contribui para a prevenção do câncer de mama. Uma das razões é que, quanto mais ovulações a mulher tem, maiores serão seus níveis de estrogênio — o que eleva o risco de formação de células cancerígenas. Desse modo, ter filhos em idade jovem reduz a probabilidade de desenvolver tumores mamários.


2- Ter filhos em idade avançada aumenta o risco de ter câncer de mama


Verdade. A gestação tardia pode elevar o risco de desenvolvimento da doença devido ao longo período de exposição hormonal. Entretanto, é importante ressaltar que outros fatores podem influenciar esse risco como o sedentarismo,a obesidade, o tabagismo, a exposição à radiação e a quantidade de ciclos menstruais.


3- A amamentação não interfere no risco de ter câncer de mama


Mito. Na realidade, quanto mais tempo uma mulher amamenta seus bebês,  menor será o seu risco de desenvolver tumores mamários ao longo da vida. Isso porque, ao término da lactação, várias células mamárias se autodestroem, inclusive aquelas que poderiam ter anormalidades em seu material genético. Outro benefício é que, durante o período de aleitamento, os níveis de hormônios que favorecem o desenvolvimento do câncer de mama sofrem uma queda significativa no organismo da mulher, aumentando assim a proteção contra a doença.



4- Não é possível ter filhos após o câncer de mama


Mito. Depois de realizar o tratamento para o tumor mamário, a mulher pode tentar engravidar naturalmente, caso ela volte a ter uma menstruação regular. Algumas pacientes podem sofrer de “menopausa química”, ou seja, a interrupção definitiva dos ciclos menstruais devido à quimioterapia. Nesses casos, é possível tentar engravidar através de técnicas de reprodução assistida como a fertilização in vitro.  Entretanto, é essencial que a paciente congele seus óvulos antes do tratamento oncológico, de modo a resguardar a possibilidade de uma gravidez futura.


5- A hormonioterapia não pode ser feita durante a gestação


Verdade.  A hormonioterapia é um tratamento indicado para alguns tipos específicos de câncer de mama. Entretanto, ela não é recomendada para pacientes grávidas ou lactantes, já que os medicamentos utilizados podem prejudicar a saúde do bebê.


6-  Não é recomendado engravidar durante o tratamento para o câncer de mama


Verdade. Os medicamentos utilizados para a quimioterapia podem trazer sequelas irreversíveis para o bebê. Por isso,  se a paciente com câncer sonha em ser mãe, o mais aconselhável é aguardar a autorização médica para planejar a gravidez. Na maioria dos casos, é necessário aguardar pelo menos dois anos após o tratamento para só então tentar conceber.


Instituto Verhum - Referência em medicina reprodutiva


Para as mulheres que foram diagnosticadas com câncer de mama, mas desejam ser mães no futuro, o Instituto Verhum disponibiliza técnicas avançadas de congelamento de óvulos, que asseguram a possibilidade de gerar um filho após o tratamento oncológico.


Além disso, a equipe de médicos do Instituto Verhum tem toda a expertise necessária para planejar e conduzir tratamentos de fertilidade específicos para pacientes que enfrentaram o câncer de mama, sempre priorizando um atendimento humanizado e acolhedor.


Para saber mais sobre o Instituto ou agendar uma consulta, entre em contato pelo WhatsApp (61) 99660-4545 ou ligue (61) 3365-4545.

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