5 verdades sobre o congelamento de óvulos

  • 11/03
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O congelamento de óvulos é, atualmente, a possibilidade mais avançada da medicina para a preservação da fertilidade da mulher. A técnica consiste em vitrificar os gametas femininos e armazená-los em baixíssima temperatura para que possam ser utilizados em uma tentativa futura de gestação.


No Brasil, a procura pelo procedimento tem aumentado consideravelmente a cada ano. De acordo com dados levantados pela Revista Crescer, apenas em 2021, a busca pelo congelamento de óvulos cresceu 50% em comparação ao ano anterior. A explicação para tal fato se deve à ascensão da independência feminina, que tem possibilitado o planejamento reprodutivo conforme as vontades pessoais da mulher. 


Se você também pretende realizar o congelamento de óvulos, saiba que é importante considerar algumas informações antes de procurar uma clínica de fertilidade. Veja, a seguir, cinco verdades sobre o procedimento: 

1- Não há uma idade perfeita para congelar óvulos — mas existem idades melhores



De acordo com a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM), o momento ideal para congelar seus óvulos é entre os 20 e 30 anos, quando você está no auge da fertilidade e possui uma reserva ovariana maior, além de óvulos mais saudáveis. 


É claro que você pode fazer o congelamento de óvulos depois dessa idade, entretanto, a probabilidade de gestação se torna mais reduzida com o passar dos anos, já que a produção e a qualidade dos óvulos diminui conforme envelhecemos.


Por isso, a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) recomenda que as mulheres realizem o procedimento preferencialmente até os 35 anos. 


2- Efeitos colaterais podem ocorrer


Após o congelamento de óvulos, algumas mulheres podem experimentar sintomas desconfortáveis como: cólicas e dor na região pélvica; mudanças de humor como resultado do excesso de hormônios; retenção de líquidos; e cefaléia (dor de cabeça).



Estes efeitos são absolutamente normais e diminuem com o passar do tempo. Para amenizar o desconforto, você pode utilizar analgésicos indicados pelo seu médico e agendar uma folga das atividades profissionais, de modo que a recuperação seja mais tranquila.


Outra recomendação é evitar relações sexuais desprotegidas, pois pode haver óvulos que não foram extraídos. Vale ressaltar também que algumas mulheres desenvolvem a síndrome da hiperestimulação ovariana — uma reação exacerbada ao medicamento hormonal que promove a ovulação. Nesses casos, é importante realizar acompanhamento médico para tratar o quadro e evitar complicações.


3- Em casos de problemas de saúde, congelar óvulos é uma boa opção


O congelamento de óvulos é a melhor alternativa para mulheres que desejam engravidar no futuro, mas necessitam passar por um tratamento oncológico como radioterapia e/ou quimioterapia ou algum tratamento cirúrgico que possa prejudicar sua fertilidade.


O procedimento também é uma excelente solução para mulheres com histórico familiar de menopausa precoce, síndrome de Turner (uma anormalidade cromossômica que aumenta o risco de insuficiência ovariana prematura) ou mutações genéticas que predispõem ao câncer de mama e ovário.


4- Você deve congelar óvulos ou embriões?


O óvulo é a célula reprodutiva feminina, enquanto o embrião é o óvulo que já foi fertilizado com o espermatozoide. De modo geral, o congelamento de óvulos oferece mais opções à mulher — afinal, ela não precisa ter um parceiro no momento do procedimento.


O congelamento de embriões é útil quando a mulher já possui um parceiro ou doador masculino. Entretanto, é importante considerar algumas questões antes de escolher essa alternativa. Por exemplo, o que acontecerá com os embriões caso você termine o relacionamento com a pessoa cujo esperma foi utilizado para a fertilização? Ou ainda: o que será feito com os embriões excedentes, isto é, aqueles que não serão transferidos para o útero. Serão doados? Descartados? 


Para tomar a melhor decisão, é importante conversar com o seu parceiro e solicitar a opinião do seu médico especialista em reprodução humana, que poderá aconselhá-la conforme as particularidades do seu caso. 


5- Contar com uma equipe especializada ajuda no processo


Para obter sucesso no congelamento de óvulos, é essencial contar com um time de especialistas em medicina reprodutiva. Afinal, o procedimento envolve várias etapas que exigem a atuação de médicos ginecologistas, obstetras, geneticistas, entre outros profissionais que são indispensáveis para os tratamentos de fertilidade. 


O Instituto Verhum — que é referência nacional na área de reprodução assistida — dispõe de uma equipe multidisciplinar para prestar assistência integral às mulheres que desejam congelar seus óvulos. Além de oferecer um atendimento humanizado e acolhedor, o Instituto investe em tecnologias de última geração, que garantem total segurança e modernidade no congelamento de óvulos, sêmen e embriões.


Para saber mais, entre em contato pelo WhatsApp (61) 99660-4545 ou ligue (61) 3365-4545. 

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