Como funciona e para que serve a videoendoscopia ginecológica?

  • 25/08
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A ginecologia é responsável pelo cuidado da saúde da mulher, o seu foco é no aparelho reprodutor feminino (vagina, útero, ovários, trompas) e nas mamas. O acompanhamento ginecológico assegura o bem-estar e uma boa qualidade de vida para as mulheres. São feitas consultas para a realização de exames de rotina, prescrição e escolha de métodos contraceptivos, acompanhamento da gravidez, tratamento e diagnóstico de doenças, identificação de problemas sexuais, prevenção do câncer do colo de útero e mamário, além de cuidar de irregularidades do ciclo menstrual.

Uma grande aliada da medicina ginecológica é a tecnologia, juntas, trouxeram inúmeras mudanças nos serviços prestados e são aplicadas rotineiramente em clínicas, consultórios e hospitais. São numerosas as vantagens disponibilizadas: há um aumento na qualidade do atendimento oferecido, apresenta exames mais completos, traz maior conforto para as consultas, ajuda em um diagnóstico rápido e torna os procedimentos menos agressivos. 

O Instituto Verhum compreende a importância dessa união e, por isso, fornece o que existe de mais atual e seguro em seus tratamentos, com uma equipe médica altamente qualificada, equipamentos de ponta e um grande investimento em sua estrutura. No instituto, a área ginecológica divide-se em obstetrícia, ginecologia geral e ginecologia oncológica e inclui um serviço que faz toda a diferença para a saúde feminina, a videoendoscopia ginecológica. 

A videoendoscopia ginecológica é uma técnica que proporciona a visualização do trato genital feminino através de vídeo, utiliza um aparelho intitulado endoscópio, uma microcâmera, insuflador eletrônico de gás, processador de imagem e monitor. Com esses equipamentos é possível filmar e analisar as cavidades uterina e abdominal. Existem dois procedimentos principais: a histeroscopia e a videolaparoscopia –, que podem ser realizados individualmente ou em conjunto. 

Nos dois casos é possível fazer a intervenção diagnóstica ou cirúrgica. Na histeroscopia, o endoscópio é inserido no canal do colo do útero, passando pelo canal cervical até o interior do útero, sendo possível avaliar se há alguma alteração nessas regiões. Já a videolaparoscopia examina a cavidade abdominal, analisa a integridade dos órgãos pélvicos, como útero, trompas, ovários e peritônio, através de mini-incisões no umbigo e abaixo do ventre, facilitando a investigação de algumas afecções.

Essas técnicas, por serem procedimentos minimamente invasivos, causam um menor dano anatômico, ou seja, mínimas cicatrizes possíveis e menor agressão e traumas para o corpo, como consequência a recuperação ocorre de maneira mais rápida. A qualidade dos equipamentos faz com que haja melhor precisão diagnóstica e seja detectada com mais facilidade grande parte das alterações ginecológicas, o que faz toda diferença nos casos de infertilidade. 

A videoendoscopia ginecológica identifica e trata patologias como a endometriose, miomas e pólipos uterinos (tumores normalmente benignos); sinéquias uterinas – quando dois pontos dentro da cavidade uterina se unem permanentemente; a ablação endometrial, que é a retirada total ou parcial do endométrio funcional; e cuida da patologia ovariana. Também é possível fazer a remoção cirúrgica do útero (histerectomia) e corrigir outros eventuais problemas, como a perda de urina, plástica vaginal e correção de ruptura vaginal pós-parto. 

O Instituto Verhum, fundado em 2005, é referência na área de reprodução assistida e cuidados com a infertilidade. A videoendoscopia ginecológica é um dos seus serviços de excelência, visto que muitas das patologias tratadas pelo procedimento estão intimamente ligadas às questões de fertilidade, além de oferecer mais conforto e benefícios para as pacientes. 

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