Infertilidade masculina: causas, diagnóstico e tratamentos

  • 15/08
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Embora a infertilidade seja frequentemente associada às mulheres, estudos mostram que aproximadamente metade dos casos estão relacionados a problemas masculinos. Por isso, compreender os diversos aspectos da infertilidade masculina pode oferecer a resposta que você estava buscando para realizar o sonho de ter filhos.


Neste artigo, exploraremos as causas, os exames para o diagnóstico e os tratamentos disponíveis para a infertilidade masculina. Então, nos acompanhe até o final para descobrir tudo!


Quais são as causas da infertilidade masculina?


Existem diversos fatores que podem causar a infertilidade masculina. Em alguns casos, os problemas se misturam ou não apresentam sintomas, o que pode dificultar a identificação. No geral, as principais causas incluem:


1- Baixa contagem de espermatozoides


Um dos principais fatores que contribuem para a infertilidade masculina é a baixa contagem de espermatozoides. Isso pode ser causado por diversos fatores, como desequilíbrios hormonais, varicocele (uma dilatação das veias no escroto), infecções ou exposição a substâncias tóxicas.


2- Morfologia anormal dos espermatozoides

A forma e a estrutura dos espermatozóides são essenciais para a fertilização. Quando os espermatozoides têm uma morfologia anormal, pode ser mais difícil para eles alcançarem e fecundarem o óvulo.


3- Motilidade reduzida dos espermatozoides


A motilidade se refere à capacidade dos espermatozoides de se moverem adequadamente em direção ao óvulo. Espermatozoides com motilidade reduzida têm dificuldade em chegar ao óvulo para a fertilização.


4- Obstrução dos ductos deferentes


Os ductos deferentes são responsáveis por transportar os espermatozóides dos testículos para a uretra. Quando esses ductos estão obstruídos, os espermatozóides não conseguem ser liberados durante a ejaculação.


5- Disfunção erétil


A incapacidade de obter ou manter uma ereção adequada pode dificultar atingir uma gestação. A disfunção erétil pode ser causada por fatores físicos, como doenças cardiovasculares, diabetes ou problemas psicológicos.


Como é feito o diagnóstico da infertilidade masculina?


O diagnóstico da infertilidade masculina começa com um exame físico que permite a detecção de alterações como assimetria nos testículos, secreção peniana, inchaço da próstata e varizes características de varicocele, por exemplo. 


Para confirmar as suspeitas e obter informações mais detalhadas, são solicitados diferentes exames laboratoriais e de imagem. Entre os principais estão:


  • Espermograma: analisa o volume, a concentração de espermatozóides, a motilidade e a morfologia dos mesmos. Com base nos resultados, é possível identificar problemas como baixa contagem de espermatozóides, baixa motilidade ou anormalidades na forma dos espermatozoides.


  • Análise hormonal: é importante para identificar possíveis desequilíbrios hormonais que possam afetar a produção de espermatozoides. Testes para verificar os níveis de hormônios como testosterona, hormônio folículo-estimulante (FSH) e hormônio luteinizante (LH) podem ser solicitados, a depender de caso.


  • Fragmentação do DNA espermático: é um teste que tem como objetivo identificar danos no DNA dos espermatozóides que não são revelados pelo espermograma. Esses danos podem ter implicações significativas, podendo levar a falhas na implantação do embrião e aumentar o risco de aborto. Embora seja um exame que não deve ser solicitado de forma rotineira, em certos casos, ele pode ser extremamente valioso para compreender melhor as causas da infertilidade masculina.


  • Ultrassonografia de bolsa escrotal: é um exame de imagem que pode auxiliar na identificação de obstrução nos ductos deferentes, varicocele, anomalias estruturais nos órgãos reprodutivos ou outras condições que possam estar relacionadas à infertilidade masculina.


Como tratar a infertilidade masculina?


Apesar de não serem as únicas opções de tratamento, existem duas técnicas da Reprodução Assistida que são consideradas as principais formas de tratar a infertilidade masculina. Entenda melhor sobre elas abaixo:


  • Inseminação intrauterina (IIU)


A IIU é uma técnica considerada de baixa complexidade, pois busca permitir a fecundação de forma natural, nas tubas uterinas. É indicada quando há pequenas alterações no movimento e na forma dos espermatozoides, ou em casos de problemas na função sexual.


No procedimento de inseminação intrauterina, os melhores espermatozoides são selecionados por meio de diversas técnicas de preparo seminal e, posteriormente, são inseridos em um cateter para serem depositados no útero durante o período fértil da mulher.


  • Fertilização in vitro (FIV) com injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI)


Assim como na IIU, a FIV com ICSI também envolve a seleção dos melhores espermatozoides por meio do preparo seminal. No entanto, essa técnica também permite a recuperação direta dos espermatozoides do epidídimo ou dos testículos em casos em que estão ausentes no sêmen, condição conhecida como azoospermia, que é uma causa importante de infertilidade masculina.


Durante o processo de fecundação, os espermatozóides são avaliados em relação ao seu movimento e morfologia. Aqueles com maior potencial fértil são injetados diretamente no óvulo, aumentando assim as chances de fecundação bem-sucedida.



Ambas as técnicas têm potencial para resultar em gravidez. No entanto, quando essas técnicas não têm sucesso, a FIV oferece a possibilidade de realizar o tratamento por meio da doação de espermatozoides. A doação de gametas (óvulos e espermatozoides) e embriões é uma opção complementar ao procedimento de FIV.


É importante destacar que a escolha entre IIU e FIV com ICSI dependerá das características individuais de cada casal e da gravidade da infertilidade masculina. É essencial consultar um especialista em reprodução assistida para avaliar o caso e determinar o tratamento mais adequado.


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